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Esse fim de semana passado foi o GP São Paulo 2015 de Magic! Muitos de vocês sabem exatamente o que isso significa e qual a função desse torneio, mas ao mesmo tempo a sua relevância é bem pouco intuitiva pra maioria da população: pra quem não joga Magic, é complicado entender esse torneio que não é nem o Nacional, nem o Mundial, mas pode ser potencialmente tão importante quanto esses dois. E mesmo pra quem joga Magic casualmente, não é tão óbvio assim a razão pela qual eles deveriam se importar com o GP. Afinal, se eu não jogos torneios, porque esse deveria me interessar?

Em 15 de maio, farão dez anos desde que George Lucas nos apresentou o último filme de Star Wars: o Episódio III – A Vingança dos Sith. Essa nova trilogia pode não agradar muito os fãs, mas de qualquer forma ela existe e nada pode mudar isso, tudo o que foi apresentado ali é cânone desse universo, mas quando a Disney comprou a Lucas Films em 2012, junto no pacote vieram Star Wars e Indiana Jones, uma aquisição e tanto. Quando essa notícia saiu ficamos todos no aguardo sobre informações de novas produções. Não demorou muito e foi anunciado um novo filme de Star Wars para 2015.

Star Wars – Episode VII: The Force Awakens (Chamado no Brasil de “O Despertar da Força”), será lançado em dezembro desse ano. De fato, quase nada foi liberado, apenas dois teasers e algumas informações que o diretor (JJ Abrams) soltou na Star Wars Celebration, que aconteceu em Anaheim (EUA) de 16 a 19 de abril, e você confere agora a análise dos teasers divulgados mais as informações do painel de JJ.

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Mais cedo essa semana Tim Sweeney, presidente da Epic Games, anunciou que a Unreal Engine 4 se tornaria gratuita. A Engine, que custava 19 dólares por mês, agora vai usar um modelo diferenciado de monetização: a Epic irá cobrar 5% de tudo que você faturar com seu jogo a partir de três mil dólares. Dessa forma, eles facilitam a vida de desenvolvedores independentes e pequenos estúdios, que agora podem se dar ao luxo de levar quanto tempo precisarem e lançar quantos jogos quiserem até dominar o uso da engine, ao mesmo tempo que aumentará o faturamento da Epic quando grandes empresas como EA ou Activision fizerem jogos com sua engine.

 

Além disso, a grande rival da Unreal Engine, a Unity, também lançou a sua versão 5, em um modelo de negócio muito parecido: Se o seu faturamento ou o seu orçamento passar de cem mil dólares por ano, você passa a pagar 75 dólares por mês, a menos que faça um pagamento único de mil e quinhentos dólares. Novamente, uma bênção para pequenos desenvolvedores. A partir do momento que você começa a pagar pela Unity, você passa a ter acesso à funções de análise e acesso à funcionalidades beta, mas fora isso, não há diferença entre a versão paga e gratuita.

E pra completar a festa do game design, a Valve anuncia que está preparando o lançamento de Source 2: a Source original, criada em 2004, é a engine que ela usa para fazer funcionar seus próprios jogos, como Left 4 Dead, Dota 2 e Portal. Apesar da engine estar velhinha e ser chata de programar, ninguém pode dizer que ela está ultrapassada. A Valve não costuma fazer jogos com grande exigência gráfica, mas não são só eles que usam sua engine. Você já viu Titanfall? Pois é, aquilo também é feito em Source!

Ainda não existe nenhum vídeo de demonstração de Source 2, afinal foi ontem que a Valve anunciou que ela sequer existiria, e também soltou a frase que deixou a Internet em polvorosa:

“(Source 2 will be)available for free to content developers”

Fica claro que a engine será gratuita. Mas gratuita pra quem? Porque especificar que a engine seria gratuita apenas para desenvolvedores de conteúdo, ao invés de simplesmente anuciar que seria gratuita? Será que quando eles se referem à desenvolvedores de conteúdo, estão falando apenas de quem cria conteúdo para os jogos (como os chapéus de Team Fortress) mas não para quem cria jogos? Ou será que ela será 100% gratuita? Ou eles vão cobrar uma taxa de grandes desenvolvedores e/ou de jogos que façam sucesso?

O importante mesmo é a era dourada do desenvolvimento de jogos que estamos vivendo. Há meros cinco anos, licenciar uma engine famosa como Source ou Unreal pra fazer o seu jogo envolveria uma série de contatos, contratos e setenta e cinco quilos de dinheiro vivo, tornando essa opção tão viável para indies e pequenos estúdios quanto ganhar na loteria e comprar uma ilha no Caribe. Hoje, já temos ótimas engines gratuitas e tudo indica que num futuro muito próximo, a única coisa que vai impedir você de desenvolver jogos usando as mesmas ferramentas de ponta que os grandes estúdios será a sua preguiça de aprender a utilizá-las.

 

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Em Julho de 2013, a Pebble Technology Corporation lançou o Pebble, um smartwatch simples, eficiente e com uma bateria prodigiosa. Compatível tanto com o sistema Android quanto iOS, o relógio se popularizou rapidamente, devido em parte à seu sistema aberto e de fácil programação, que permitiu que os próprios usuários desenvolvessem mini apps para ele controlar suas funções. Em fevereiro de 2014, foi lançado o Pebble Steel, a segunda geração do relógio, mais fino, mais leve, com botões melhores e tela de Gorilla Glass.

pebblevssteelsmall
Pebble Steel (esq.) e Pebble original. Note que as faces dos relógios podem ser alteradas via software.

Apesar de não possuírem tantas funções como Android Wear ou o iWatch, os relógios Pebble tornaram-se extremamente populares devido à seu custo e disponibilidade, mas as telas monocromáticas de e-ink, apesar de contribuirem para a duração da bateria, foram duramente criticadas desde que os concorrentes mais caros começaram a aparecer na mídia especializada.

Mas após um ano sem apresentar novidades, a Pebble anunciou no Kickstarter o seu novo modelo de tela colorida, o Pebble Time, que quebrou uma série de recordes da plataforma de crowdfunding: recebeu um milhão de dólares em doações em 49 minutos (tornando-se o projeto mais rápido a alcançar esta marca) e em oito dias alcançou a marca de 14 milhões de dólares, tornando-se o projeto a mais receber dinheiro na história do Kickstarter. Devido ao sucesso estrondoso da campanha de financiamento, a Pebble anunciou que também lançaria o Pebble Time Steel, uma versão mais requintada do novo relógio colorido, com carcaça de aço e maior bateria (apesar disso torná-lo mais pesado). Além da tela colorida e bateria melhorada, ambos os novos smartwatches da Pebble aceitarão comandos por voz, e tem uma porta de expansão próximo ao encaixe da pulseira: apesar de aceitarem pulseiras de relógio comuns, o plano do fabricante é vender pulseiras inteligentes com módulos de GPS ou bateria extra, por exemplo.

new pebbles

Se você está interessado no novo produto do primeiro fabricante de smartwatches do mundo, ainda há tempo de financiá-lo pelo Kickstarter. Comprando no Kickstarter, você tem um desconto de 25% no preço do relógio, que será enviado em Julho desse ano.

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Ontem à noite foi a cerimônia da Premiação de Mérito da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, a cerimônia do Oscar que todo mundo conhece. Fato divertido, ela só foi chamada oficialmente de “Cerimônia do Oscar” em 2013. Até então a Academia tentava fazer com que todo mundo chamasse pelo nome completo. Ainda que em 1932 as pessoas normais já chamassem o evento e o prêmio de “Oscar”.

Como todos sabemos, é um evento enorme, mas por mais que exista gente que disputa a importância desse prêmio e quão bons são os filmes que os ganham, é seguro dizer que você pode assistir qualquer um dos ganhadores e não terá desperdiçado completamente o seu tempo.

O mesmo não pode ser dito dos filmes que vou falar agora.

Pelas Interwebs

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