Video Games

Sou o primeiro a admitir, eu não sou um bom jogador de Dota. Existem várias outras, mas essa é a principal razão para eu ter um co-autor nessa coluna. Não me leve à mal, meu co-autor também não é um bom jogador, mas pelo menos ele tem vários anos de experiência jogando mal! Enquanto eu estou feedando há menos de dois anos, ele feeda desde o Dota original, na época de Warcraft 3: É ele o criador da frase “Existem duas formas de jogar Dota. a forma correta e a forma como eu jogo.”

Como vimos na semana passada, a Sega parecia estar caminhando para um renascimento. Apesar do público em geral ter se decepcionado com a falta de DVD no Dreamcast e de ter sido forçada a pagar uma multa à 3dFX por quebra de contrato, o projeto do novo videogame estava terminado, e em 21 de Maio de 1998, tudo parecia estar andando como planejado para o lançamento do Dreamcast em 20 de Novembro.

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Com o fiasco que foi o lançamento do Sega Saturn nos EUA, Kalinske pediu as contas da Sega, como eu falei no final do artigo da semana passada. Junto com ele saiu David Rosen, fundador da empresa. 1Hayao Nakayama também saiu, mas aí as opiniões divergem: tem gente que diz que ele saiu em companheirismo da saída de seu amigo de longa data, David Rosen; tem gente que diz que ele saiu porque conseguiu um contrato mais interessante com outra empresa; tem gente que diz que ele foi escurraçado pelos executivos da Sega, descontentes com o monte de cagada que ele fez, mas não consegui encontrar nenhuma fonte fidedigna que suporte nenhuma dessas razões. Entrou então o Shoichiro Irimajiri, ex engenheiro da Honda, decidido a consertar os erros feitos por Nakayama e acabar com a imagem de arrogância que a Sega desenvolveu ao longo dos anos. Shoichiro contratou então Bernie Stolar para gerenciar a Sega nos EUA e Europa, um ex-executivo da Sony que havia trabalhado no desenvolvimento do Playstation.

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Apogeu e Queda da Sega Parte II

Eu presumo que todo mundo que esteja lendo isso tenha ciência de que esta é a segunda parte de uma série de posts. Se você caiu de paraquedas sentado na janela do bonde andando, eu sugiro fortemente que você leia a primeira parte. A menos que, sei lá, vai que você curte começar a ler histórias pela metade, sem saber como as coisas aconteceram ou o que estamos esperando acontecer. Tem gosto pra tudo.

Mas nesse capítulo aprenderemos sobre a história do Sega 32x e do Sega Saturno. Ah, e como a Sega conseguiu, após muito esforço, se livrar de Tom Kalinske!

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Ou "Porque você não deve deixar executivos japoneses com raiva de você"

Lembra como a SEGA era animal nos anos 90? Enquanto a Nintendo ficava preocupada em manter uma imagem puritana e educada, a SEGA era “100% radical”! Woohoo! Tinha Sonic, Streets of Rage, Toejam and Earl…. uhhh… Comix Zone, claro, Comix Zone era animal! Também tinha… bom… Sonic 2! E… e também tinha… pera, tinha mais coisa… Ah, lembra do Knuckles? Lembra como ele era radical?

OK, tá bom, a SEGA nunca foi TÃO melhor do que a concorrência quanto as suas propagandas diziam, mas ninguém pode dizer que o Mega Drive e o Master System não eram sérios competidores do NES e SNES. Especialmente no Brasil! Agora, as coisas que vieram depois… Pelos cabelos de Picard, imagina a “alegria” de quem pediu um Playstation de natal e ganhou um 32x. E o Dreamcast? Ele nem era ruim, mas… Caramba, simplesmente não tinha jogo! E depois disso… Meu, dá até dó, pior do que ver um jogo do Sonic num console da Nintendo é ver um jogo com o logo da SEGA nos últimos 10 anos, 99% não valem nem a mídia na qual foram impressos! Cara, como eles conseguiram pisar TÃO FUNDO na jaca?

Pelas Interwebs

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